As emoções nos ajudam e nos fazem mais inteligentes. Segundo alguns cientistas, o Spock da série Jornada das Estrelas, incapaz de sentir emoções, seria menos inteligente do que nós. Ele teria grande dificuldade para tomar decisões.
Há, porém, uma dificuldade muito grande entre sentir ou ter impulsos e decidir fazer escolhas inteligentes. As emoções são reações a estímulos, raramente seguem um propósito consciente. Simplesmente nos emocionamos diante de um conflito, uma cena de amor ou uma tragédia. Podemos controlar e direcionar os sentimentos até certo ponto, mas, na maioria das vezes, eles parecem ter vontade própria.
Se o amor fosse apenas sentimentos, ele seria tão volúvel como qualquer emoção. Não poderíamos prometer amor eterno no altar, nem jurar fidelidade a um amigo. as emoções em breve mudaria. Jesus não poderia, neste caso, ordenar-nos a amar até aos inimigos.
Mais do que sensações e emoções, amar é um verbo que se pratica com inteligencia e perseverança. Tem muitos mais a ver com honrar, proteger, cuidar e abençoar do que com sentir. "Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações". (1 João 3.18).
O amor produz afeto, mais nem todo afeto é amor. Uma afeição que não se baseia numa decisão firme é apensas uma explosão emocional semelhante ao acesso de fúria de um motorista ao ser fechado no trânsito, ou ao choro do torcedor cujo time perdeu o jogo. Mas quando a decisão de amar sustenta a afeição, já não é mais amor passageiro. É para a vida inteira.
VOCÊ E EU SOMOS RESPONSÁVEIS POR AMAR OU NÃO AMAR.
TUDO DEPENDE DA SUA E DA MINHA DECISÃO.

"Texto retirado da Agenda 2017 da Luz e Vida"

Fiquem com Deus e até o próximo post.
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